Waldonys e Dominguinhos – Especial 2012

Escrito por brasilrural. Publicado em Destaques, Forró

Dominguinhos

Publicado em janeiro 29, 2013 com Nenhum Comentário

Dominguinhos e Waldonys fazem uma belíssima apresentação nessa canção. Confira o vídeo!

A Vida do Viajante

Minha vida é andar
Por esse país
Pra ver se um dia
Descanso feliz
Guardando as recordações
Das terras por onde passei
Andando pelos sertões
E dos amigos que lá deixei.

Chuva e sol
Poeira e carvão
Longe de casa
Sigo o roteiro
Mais uma estação
E a alegria no coração

Minha vida é andar

Mar e terra
Inverno e verão
Mostre o sorriso
Mostre a alegria
Mas eu mesmo não
E a saudade no coração

Minha vida é andar…

Não Vendo Nem Troco

“Eta que coisa mais gostosa! Que área de lazer!”
“Vá-se, enxerido!!”

Olha que pedaço nacional
Que coisa mais bonita
Que belo animal
Você está querendo se engraçar
Não é para vender nem é pra comprar

Olha que molejo que ela tem!
Beleza sem igual e graça tem também
Ela é formosa, sei muito bem
Por isso é que ela é minha
Não divido com ninguém

É meu xodó, é meus ‘amor’
Ela me acompanha pelos canto ‘adonde’ eu vou
É companhia de qualidade
É de confiança
Que tranqüilidade

Tenha mais vergonha
Tenha mais respeito
Ela não se engraça com qualquer sujeito
Mas com esse molejo, com esse tempero
Você não compra nunca
Guarde seu dinheiro
Mas é que ela é cobiçada em todo esse sertão
Essa ‘véia’ é minha vida, eu não troco, não
Essa ‘véia’ é minha vida, eu não troco, não
Essa ‘véia’ é minha vida, vendo não senhor
Essa égua eu não vendo, não troco nem dou

“Mas, Dominguinhos, como é que é? Não posso nem encostar a pontinha no fole da bicha?”
“Aí é que tá difícil!”
“Mas, rapaz, vou ficar chupando o dedo?”
“Todinho!!”
“Então tá bom!!!”

Olha que pedaço nacional
Que coisa mais bonita
Que belo animal
Você está querendo se engraçar
Não é para vender nem é pra comprar

Olha que molejo que ela tem!
Beleza sem igual e graça tem também
Ela é formosa, sei muito bem
Por isso é que ela é minha
Não divido com ninguém

É meu xodó, é meus ‘amor’
Ela me acompanha pelos canto ‘adonde’ eu vou, viu?
É companhia de qualidade
É de confiança
Que tranqüilidade

Tenha mais vergonha
Tenha mais respeito
Ela não se engraça com qualquer sujeito
Mas com esse molejo, com esse tempero
Você não compra nunca
Guarde o seu dinheiro
Mas é que ela é cobiçada em todo esse sertão
Essa ‘véia’ é minha vida, eu não troco, não
Essa ‘véia’ é minha vida, eu não troco, não
Essa ‘véia’ é minha vida, vendo não senhor
Essa égua eu não vendo, não troco nem dou

“Tá vendo, Zé?”
“Pois é! Você não vende, né?”
“Não!”
“Não troca?”
“Não!”
“Não empresta?”
“Não!”
“Não pode nem encostar no barranco?”
“Ah! Aí é que piorou!”
“Então eu tô lascado, é?!”

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